Showing posts with label Iris Bruzzi. Show all posts
Showing posts with label Iris Bruzzi. Show all posts

Thursday, May 3, 2018

CACILDA ORGULHOSAMENTE APRESENTA AS CERTINHAS DO LALAU 1963


1963 foi um ano pródigo para AS CERTINHAS DO LALAU, a inesquecível lista com as mais belas mulheres do Brasil que o colunista Sérgio Porto, vulgo Stanislaw Ponte Preta, publicou ao longo de 15 anos no jornal ÚLTIMA HORA.

Estreavam na lista das Certinhas a alemã Sigrid Diekn e a romena Jacqueline Myrna, além de Jane Eva, Luely Figueiró, Maria Pompeu, Marta Botelho, Nédia Montel e Regina Berardi. Apenas Wanda Monteiro aparecia pela segunda vez nesta edição.


Mas, para surpresa geral, aparecia pela quinta vez na Lista das Certinhas o nome de Iris Bruzzi -- que, com isso, igualava o recorde da maravilhosa Carmen Verônica, campeã absoluta até então, com cinco indicações.


LEVA UM CASAQUINHO segue apresentando nas suas Terças Sem Vergonha as 15 gloriosas edições anuais das CERTINHAS DO LALAU -- só que em ordem regressiva, começando em 1967 e voltando até 1953.

Vamos a elas:


MARIA POMPEU
NÉDIA MONTEL
IRIS BRUZZI
REGINA BERARDI
JACQUELINE MYRNA
MARTA BOTELHO
JANE EVA/LUELI FIGUEIRÓ
SIGRID DIEKN/WANDA MORENO

Stanislaw Ponte Preta,
ou Sérgio Porto (1923/1968),
foi um grande jornalista, escritor,
mulherólogo e jazzófilo carioca.
Dono de um senso de humor
absolutamente único na história
da Imprensa Brasileira,
Sérgio era tido por todos como
"o boêmio mais caseiro do mundo",
pois trocava sem pestanejar
uma mesa de bar com os amigos
por uma noite em casa em companhia
de sua mulher e suas três filhas.


Tuesday, April 10, 2018

CACILDA ORGULHOSAMENTE APRESENTA AS CERTINHAS DO LALAU 1962



1962 foi um ano meio complicado para AS CERTINHAS DO LALAU, a saudosa lista com as mais belas mulheres do Brasil que o colunista Sérgio Porto, vulgo Stanislaw Ponte Preta, carinhosamente selecionou ao longo de 15 anos.

É que o Última Hora, jornal onde ele mantinha uma coluna muito lida, o havia substituído pelo colunista Eli Halfoun, que passou a fazer uma lista de vedetes semelhante, o Escrete Tudo Azul, inspirado na Copa de 62.

O Escrete Tudo Azul teve vida curta. No ano seguinte, as Certinhas do Lalau estariam de volta ao Última Hora.

Mas em 1962, excepcionalmente, a lista foi na edição de 5 de Janeiro de 1963 da revista semanal de variedades FATOS & FOTOS.

Estreavam na lista a uruguaia Gladys Velásquez, a belga Annik Malvil e a portuguesa Rosinda Rosa.

Entre as brasileiras estreantes: Clara Beatriz, Denise Rocha Almeida, Eneida Jalena, Andréa e a atriz Mirian Pérsia.

Apenas Iris Bruzzi aparecia pela quarta vez nesta edição.







Stanislaw Ponte Preta,
ou Sérgio Porto (1923/1968),
foi um grande jornalista, escritor,
mulherólogo e jazzófilo carioca.
Dono de um senso de humor
absolutamente único na história
da Imprensa Brasileira,
Sérgio era tido por todos como
"o boêmio mais caseiro do mundo",
pois trocava sem pestanejar
uma mesa de bar com os amigos
por uma noite em casa em companhia
de sua mulher e suas três filhas.





Tuesday, April 3, 2018

CACILDA ORGULHOSAMENTE APRESENTA AS CERTINHAS DO LALAU 1961


1961 foi um ano absolutamente glorioso para AS CERTINHAS DO LALAU, a saudosa lista com as mais belas mulheres do Brasil que o colunista Sérgio Porto, vulgo Stanislaw Ponte Preta, carinhosamente selecionou ao longo de 15 anos.

Pela segunda vez, a lista era publicada pelo Diário da Noite, jornal onde ele mantinha uma coluna muito lida, e também pela revista semanal de variedades FATOS & FOTOS.

Estreavam na lista Ana Maria Soeiro, a cubana Gladys Ibanez, Lígia Rinelli, Marivalda, Nadja Antunes e Thelma Elita.

Anilza Leoni volta à lista depois de 6 anos, e Dorinha Duval depois de 5 anos.

Já Sandra Sandré e Iris Bruzzi voltavam à lista pela segunda vez.

A sempre muito aguardada lista foi publicada pelo Diário da Noite no dia 30 de Dezembro de 1961.
 ANA MARIA SOEIRO

 IRIS BRUZZI
 NADJA ANTUNES
 ANILZA LEONI
 SANDRA SODRÉ
 THELMA ELITA
 DORINHA DUVAL
 LÍGIA RINELLI
 MARIVALDA
GLADYS IBAÑEZ


Stanislaw Ponte Preta,

ou Sérgio Porto (1923/1968),
foi um grande jornalista, escritor,
mulherólogo e jazzófilo carioca.
Dono de um senso de humor
absolutamente único na história
da Imprensa Brasileira,
Sérgio era tido por todos como
"o boêmio mais caseiro do mundo",
pois trocava sem pestanejar
uma mesa de bar com os amigos
por uma noite em casa em companhia
de sua mulher e suas três filhas.