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Wednesday, April 4, 2018

O GRANDE ANIVERSARIANTE DE HOJE É O BLUESMAN MAIS FANCHONA QUE A ZONA SUL DE CHICAGO JÁ CONHECEU


McKinley Morganfield ou Muddy Waters (4 de abril de 1913 - Issaquena, Mississippi – 30 de abril de 1983 - Westmont, Illinois) foi um músico de blues norte-americano, considerado o pai do Chicago blues. Foi considerado o 49º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. O nome artístico (em português, Águas Lamacentas) ele ganhou devido ao costume de quando criança brincar em um rio. Seu primeiro instrumento foi a gaita, que aprendeu a tocar aos 13 anos, tocava nas esquinas por trocados e comida junto com um amigo. Enquanto ainda jovem, viu Charley Patton e Son House tocarem, Son House inclusive foi uma grande influência, ele mostrou a Muddy como tocar guitarra slide com uma garrafa de vidro, o que o levou a trocar de instrumento aos 17 anos.

Ele mudaria-se mais tarde de Mississipi para Chicago, Illinois, onde trocou o violão pela guitarra elétrica. Sua popularidade começou a crescer entre os músicos negros, e isso o permitiu passar a se apresentar em clubes de grande movimento. A técnica de Waters é fortemente característica devido a seu uso da braçadeira na guitarra. Suas primeiras gravações pela Chess Records apresentavam Waters na guitarra e vocais apoiado por um violoncelo. Posteriormente, ele adicionaria uma seção rítmica e a gaita de Little Walter, inventando a formação clássica de Chicago Blues.

Com sua voz profunda, rica, uma personalidade carismática e o apoio de excelentes músicos, Waters rapidamente tornou-se a figura mais famosa do Chicago Blues. Até mesmo B. B. King se referiria a ele mais tarde como o "Chefe de Chicago". Suas bandas eram um "quem é quem" dos músicos de Chicago Blues: Little Walter, Big Walter Horton, James Cotton, Junior Wells, Willie Dixon, Otis Spann, Pinetop Perkins, Buddy Guy, e muitos outros.

As gravações de Waters do final dos anos 1950 e começo dos 60 foram particularmente suas melhores. Muitas das canções tocadas por ele tornaram-se sucesso: Walkin' blues, Hoochie Coochie Man, She’s Nineteen Years Old e Rolling and Tumbling, grandes clássicos que ganhariam versões de várias bandas dos estilos mais diversos. Sua influência foi enorme em muitos gêneros musicais: blues, rhythm and blues, folk, jazz. Foi Waters quem ajudou Chuck Berry a conseguir seu primeiro contrato.

Em 30 de abril de 1983 Muddy Waters morreu vítima de Insuficiência cardíaca enquanto dormia na sua casa em Westmont, Illinois. Foi enterrado no "Restvale Cemetery" em Alsip, Illinois.[2] A cidade de Chicago e o subúrbio de Westmont homenageram Muddy colocando seu nome em vias públicas. Entre outras canções com as quais Waters tornou-se conhecido estão Long Distance Call, Mannish Boy e o hino do rock/blues I’ve Got My Mojo Working. Muddy Waters foi induzido ao "Blues Hall of Fame" em 1980 e ao "Rock and Roll Hall of Fame'" já postumamente em 1987.

Discografia

1941 - Stovall's Plantation
1941 - First Recording Sessions 1941-1946
1948 - I can't be satisfied
1950 - Rolling Stone
1953 - Baby Please don't go
1954 - (I'm Your) Hoochie Coochie Man
1955 - Mannish Boy
1956 - Got My Mojo Working
1956 - Louisiana Blues
1956 - Mississippi Blues
1960 - At Newport
1960 - Muddy Watersy sings Big Bill Broonzy
1963 - Folk Festival of the Blues
1964 - The best of Muddy Waters
1964 - Folk Singer
1964 - Muddy Waters
1965 - Live Recordings 1965-1973
1965 - Muddy Waters with Little Walter
1965 - The Real Folk Blues
1966 - Down on Stovall's Plantation
1966 - Muddy Waters: The Blues Man
1966 - Muddy, Brass and Blues
1967 - Blues from Big Bill's Copacabana
1967 - Muddy Brass & the Blues
1967 - More Real Folk Blues
1967 - Super Blues (Muddy Waters, Bo Diddley, Little Walter)
1967 - The Super Super Blues Band (Muddy Waters, Bo Diddley, Howlin' Wolf)
1968 - Electric Mud
1969 - After the Rain
1969 - Fathers and Sons
1969 - Sail on
1970 - Vintage Mud
1970 - Back in the Good Old Days
1970 - Good News
1970 - Goin' Home: Live in Paris 1970
1970 - They call me Muddy Waters
1971 - Live at Mister Kelly's
1977 - Hard Again
1978 - I'm Ready
1979 - Muddy "Mississippi" Waters
1981 - King Bee










EXTRA







EX-BBBs QUE O MUNDO ESQUECEU (MAS NÓS NÃO): THAÍS VENTURA (BBB#2)




































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ANNETTE O'TOOLE: A RUIVA LINDÍSSIMA QUE PODERIA TER SIDO UMA ESTRELA, MAS ALGO SAIU ERRADO.


Não se iludam com a cara de anjo dessa ruiva: dentro dela mora um exu caveira que gosta muito de sexo, drogas e rock and roll que por pouco não destruiu sua carreira como atriz. Carreira que poderia ter ido longe, se tivesse sido melhor administrada. 

Nascida em 1 de Abril de 1952 em Houston, Texas, ela sempre foi linda de morrer, desde pequena, e acabou virando modelo fotográfica e depois atriz em seriados de TV como "Meus Três Filhos", "O Homem de Virginia", "Gunsmoke", 'Hawaii 5-0", "Mod Squad", "Família Dó-Ré-Mi" e "Serpico". Fez vários filmes para o cinema nos Anos 70 -- o melhor deles foi a comédia "Smile", de Michael Ritchie (1975) --, mas só foi começar a ganhar papeis de destaque (sempre como coadjuvante) a partir de "48 Horas" (1982), onde faz a namorada de Nick Nolte. A partir daí, fez "Cat People" (1983) com Paul Schrader e "Superman III" (1984) com Richard Lester, onde faz Lana Lang, namoradinha de adolescência de Clark Kent. Seu único papel como protagonista foi ao lado de Martin Short em "Cross My Heart" (1987), de Jonathan Kasdan, mas infelizmente o filme foi um fiasco de bilheteria e não a chamaram mais para protagonizar filme algum.

Daí, o jeito foi seguir de volta para a TV, onde foi recebida com honras de estrela, e virou estrela ao lado de Don Johnson na série "Nash Bridges". Fez uma temporada em "Law & Order" e participou das primeiras temporadas de "Smallville", onde fazia Martha Kent, mãe do Homem de Aço. Mas crises de estrelismo e problemas com cocaína acabaram levando os produtores de TV a não chamarem mais Annette para papéis recorrentes. Ainda tentou se garantir como cantora e dançarina, mas infelizmente não rolou. E lá foi ela para o ostracismo novamente. Uma pena.

Fotos recentes de Annette revelam uma mulher envelhecida demais para seus 66 anos de idade, mas com o mesmo sorriso safado de outras épocas devidamente preservado. Eu, como não tenho frescuras com besteirinhas como idade avançada e gordurinhas sobrando, comeria a ruiva sem pestanejar. E, se rolasse uma molezinha, comeria o maridão dela Michael McKean junto. Gosto muito dos dois. Com certeza