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Wednesday, December 19, 2018

JANE BIRKIN: A BELA E NOBRE MODELO INGLESA QUE VIROU A ATRIZ E CANTORA FRANCESA MAIS SEXY DE TODOS OS TEMPOS







Tem gente que acha que foi Serge Gainsbourg quem inventou Jane Birkin. É um grande engano. Essa inglesa linda e franzina de nome Jane Mallory Birkin, nascida no elegante bairro londrino de Marylebone, já tinha um currículo considerável como modelo e como atriz antes de seu destino se cruzar com o de Gainsbourg -- com quem trabalhou, viveu e teve uma filha: a também atriz e também cantora Charlotte Gainsbourg. Antes de “virar francesa”, Jane havia sido casada com o maestro John Barry, autor das trilhas de James Bond, e seu rosto já era conhecido de filmes icônicos como “Blow-Up”, de Michelangelo Antonioni, e “A Piscina”, de Jacques Deray. Sua participação no diálogo amoroso do clássico single “Je T’Aime... Moi Non Plus” –- escrito para, e gravado originalmente por Brigitte Bardot, mas nunca lançado comercialmente -– é um dos momentos mais marcantes da música popular mundial dos Anos 70. A voz de Jane Birkin -- um "miado" para uns, um "sussurro sensual" para outros – mudou o jeito de cantar na França, e pessoas que antes jamais teriam coragem de se aventurar como cantores passaram a encarar a aventura sem sustos. Jane Birkin se alterna, desde então, entre o cinema e a música. Já participou de mais de 80 filmes e gravou mais de 20 LPs. Sem contar que, desde 1985, ela vem se dedicando também ao teatro, atuando em peças de Marivaux, Eurípedes e Shakespeare, e até esteve aqui no SESC-Pinheiros ano retrasado com um de seus projetos teatrais. Desde a morte de Serge Gainsbourg, Jane e sua filha Charlotte assumiram a responsabilidade de não deixar apagar a memória deste grande artista e viraram guardiãs de sua obra. Já recebeu um prêmio como cantora nos Victoires de La Musique, e como atriz coleciona vários Prêmios Molière e vários Prêmios César. Dois detalhes curiosos: Jane é descendente do Rei Carlos II da Inglaterra, e é prima do grande filósofo inglês Bertrand Russell. Curiosamente, nada disso a impediu de se desgarrar e adotar a nacionalidade francesa. Não é mais, obviamente, a belíssima mulher que foi nos Anos 60, 70 e 80. Mas se você olhar com cuidado no rosto de Jane Birkin, aquela menina linda ainda está lá, escondida por trás de suas muitas rugas, de seus olhos azuis e de sua pele alva. Uma mulher magnífica. (Chico Marques)













DONNA MILLS: UM DOS ROSTOS MAIS LINDOS DA TV AMERICANA EM TODOS OS TEMPOS






Donna Mills estudou Ballet durante a adolescência, e depois foi estudar Artes Dramáticas na Universidade de Illinois. De Chicago, seguiu para tentar a sorte em Nova York, onde estreou na peça de Woody Allen “Don’t Drink The Water” (1966). Linda e delicada, seguiu logo para Hollywood, onde fez pequenos papeis até brilhar -– em todos os sentidos –- em “Play Misty For Me”, de Clint Eastwood (1971). Mas ela logo seguiu para a TV. Fez uma série cômica de sucesso intitulada “The Good Life” ao lado de Larry Hagman no início dos Anos 70, e passou o resto da década pulando de galho em galho, esperando por uma oportunidade de ouro. E então, em 1980, a convidaram para fazer a empresária manipuladora e calculista Abby Cunninham no dramalhão “Knots Landing”, que foi um grande sucesso –- aqui no Brasil inclusive -- entre 1980 e 1993. Donna virou uma espécie de J R Ewing de batom, que, curiosamente, rivalizava com ela em popularidade na CBS-TV, que também exibia “Dallas”. Nos últimos 20 anos, Donna nunca mais teve um papel tão marcante na TV quanto Abby.  Mas nunca saiu de cena. Recentemente, voltou ao cinema fazendo um pequeno papel em “Joy”, de David O. Russell. Encabeça atualmente o elenco da série Hilton Head Island”, que acaba de terminar sua primeira temporada, mas ainda não foi renovada para uma segunda. Está com 78 anos de idade, mas não pensa em parar tão cedo. (Chico Marques)







SUSAN DEY: A MAGRELA LINDA E ADORÁVEL DA SÉRIE FAMÍLIA DÓ-RÉ-MI ACABOU VIRANDO UMA ATRIZ DE RESPEITO




No início dos Anos 70, as baby-boomers eram apaixonadas por David Cassidy e os baby-boomers por Susan Dey, ambos do elenco do seriado "A Família Dó-Ré-Mi", da ABC-TV. Susan Hallock Dey começou sua carreira como atriz justamente alí, há exatos 49 anos, quando foi escolhida para ser Laurie Partridge. Tinha apenas 17 anos quando isso aconteceu. Achou que iria ser fácil. Não foi. Teve uma carreira cheia de altos e baixos, e sofreu um bocado nos 4 anos em que a série esteve em produção: com bulimia, crises de depressão e problemas com excesso de álcool. Susan tinha talento como atriz, mas sua personagem Laurie não tinha condições de crescer fora do contexto familiar bem boboca e extremamente careta da série, e o papel, que em princípio seria uma bênção para ela, acabou virando um pesadelo, uma espécie de camisa de força. Começou um romance com David Cassidy, que não era divulgado para não chocar os fãs da série, que poderiam ver algo de incestuoso no namoro entre os dois atores. E então, assim que a série terminou, Susan tratou de demolir a imagem de “boa moça” de Laurie, buscando papeis diametralmente opostos a ela, tanto que nunca se importou em ficar nua em cena sempre que seu papel pedisse por isso.  Infelizmente, depois de alguns filmes promissores -- entre eles, o delicadíssimo “First Love”, onde contracenou com William Katt --, sua carreira no cinema simplesmente não decolava. Daí, ela achou melhor voltar para a TV, onde conseguia trabalho com relativa facilidade. E então, depois de algumas séries que não vingaram e de muitos TV movies de que ninguém lembra mais, Susan recebeu de presente o papel da promotora (e depois juíza) Grace Van Owen na premiadíssima série “L.A. Law”, que permaneceu em produção por nada menos que 8 temporadas, fazendo dela uma das atrizes mais queridas e bem pagas da TV americana na época, e enterrando de uma vez por todas os traumas deixados por Laurie Partridge. Quando “L.A. Law” terminou, Susan tirou o pé do acelerador, começou a trabalhar muito menos e a flertar com a ideia de deixar o cinema, a TV, Los Angeles e a Indústria do Entretenimento. Isso coincidiu com a aposentadoria de seu marido Bernard, e então lá foram os dois viver uma vidinha tranquila no Norte do Estado de Nova York, longe do dog-eat-dog de Los Angeles. Hoje, Susan é uma linda senhora de 66 anos, que optou por envelhecer naturalmente, sem recorrer a corretivos. Por conta disso, parece envelhecida demais para sua idade.  Mas sempre que ela sorri ao participar de algum talk-show de TV, e ela sorri, surge imediatamente toda a doçura de Laurie Partridge, que Susan Dey jamais perdeu. (Chico Marques)








CALLING DOCTOR LOVE! #22 (com o renomado conselheiro sexual honoris causa ODORICO AZEITONA M.D.)



Caro Doctor Love,
Minha mulher e eu nos conhecemos nos tempos de escola. Ela era linda então. Nos apaixonamos, casamos, tivemos 4 filhos e, apesar de não termos mais nada a ver um com o outro, continuamos debaixo do mesmo teto até hoje, pois toda vez que ameaço deixá-la ela tenta se suicidar -- e, curiosamente, nunca consegue fazer isso direito. Há muito tempo saio com garotas de programa para conseguir conviver com essa situação conjugal adversa. Faço questão que elas tenham um corpo semelhante ao que minha mulher tinha quando éramos jovens, para que possam vestir seus velhos uniformes de escola. Esses uniformes, Dr. Love, me matam de tesão, tanto que os roubei dela e os escondi no meu escritório. São tudo o que eu quero guardar do meu casamento. Há algo de errado comigo por agir assim? (Luiz Sergio Z, Osasco, SP)


Caro Luiz Sérgio,
Quer um conselho? Evite apegar-se aos uniformes dela. E evite mulheres com o mesmo corpo que ela tinha nos tempos de escola. Desvincule-se dela e do seu passado por completo. Diversifique, tanto nos uniformes escolares quanto nos shapes das garotas de programa. Existe um verdadeiro mercado de uniformes femininos antigos para fetichistas na web. Se preferir tecidos novos, posso indicar um alfaiate tarado muito amigo meu aqui mesmo em São Paulo, que faz réplicas perfeitas dos uniformes escolares femininos de todas as escolas daqui e de Santos também. Para que esse seu fetiche seja saudável psicologicamente, desvincule-o do seu passado. Você vai ver como tudo vai clarear e melhorar. De repente, vai que sua mulher consegue ser bem-sucedida em sua próxima tentativa de suicídio, não é mesmo? Bom Verão, Seja Feliz com seu Fetiche e Boa Sorte!




Caro Doctor Love,
Minha namorada odeia usar calcinhas. Só as usa em duas circunstâncias bem distintas. A primeira, obviamente, é quando está em seu período menstrual. E a segunda é quando está dirigindo seu carro, pois morre de medo de sofrer um acidente, ficar inconsciente, ser levada a um Hospital e descobrirem que ela estava dirigindo sem calcinhas. Maluquice dela, claro! No próximo fim de semana, vou levá-la para conhecer meus pais no interior, e já pedi pelo amor de deus para que ela use, ao menos dessa vez, um vestidinho um pouco menos bandeiroso do que os que ela usa normalmente e, claro, calcinhas. Ela concordou em relação ao vestido, mas disse não em relação às calcinhas. Insistiu que o "no panties" é uma espécie de ponto de honra existencial para ela, e é inegociável: ou as pessoas aprendem a conviver com ela sem calcinhas, ou ela abre mão dessas pessoas sem pestanejar. Como conheço minha mãe, e sei que ela vai medi-la dos pés à cabeça, já estou antevendo um desastre. O que eu faço, Doctor Love? (Laurentino M, Blumenau SC)


Caro Laurentino,
Vê se deixa de ser babaca. Entre na dela e passe a andar sem cuecas. Tenho certeza que ela vai adorar. E mande a desocupada da sua mãe dar meia hora de cu pro seu pai ou para o dono da quitanda da esquina pra parar de cagar regras na vida dos outros. Bom Verão, Bom Almoço com Mamãe e Boa Sorte!




Caro Doctor Love,
Minha mulher tem os seios mais lindos do mundo. Adoro mamar neles por horas e horas. Temos um ritualzinho que repetimos algumas vezes por semana pouco antes de fazermos sexo alucinadamente: ela derrama Bailey's delicadamente sobre seus seios e eu mamo, mamo, mamo... É maravilhoso! Vou ao Nirvana sem escalas. Só que agora ela resolveu que quer engravidar. E que a minha brincadeira vai acabar, ao menos por dois ou três anos. Eu, claro, já estou sofrendo por antecipação. O que eu faço, Doctor Love? (Marcus W, Alphaville SP)


Caro Marcus,
Sua situação é bem complicada, ainda mais se não quiser ser pai neste momento da vida e tiver que ficar privado de seu adorável parque de diversões por um período de tempo tão prolongado assim. Se você resolver esperar esses três anos até a criança nascer, crescer e desmamar, recomendo dar continuidade à sua brincadeira com garotas de programa bem peitudas que sejam amáveis e compreensivas e topem ser lambuzadas de Bailey's para ter seus peitões mamadas por você. Existe saída pra tudo, meu amigo. E não se sinta culpado por estar traindo sua mulher. Lembre-se que sua causa é absolutamente nobre. Só não existe saída para a morte. Bom Verão, Boas Mamadas e Boa Sorte!



Doctor Love atende nas horas vagas
pelo nome Odorico Azeitona.
Possuí vários livros não-publicados
sobre manifestações sexuais ocorridas
ao longo da História da Humanidade
e sobre como o sexo é praticado
nos quatro cantos do nosso planeta.
Não atende em consultório algum.
Só aqui mesmo. E chega.