Showing posts with label JU CARTWRIGHT. Show all posts
Showing posts with label JU CARTWRIGHT. Show all posts

Monday, December 10, 2018

AO MESTRE COM CARINHO (uma leitura de banheiro de Ju Cartwright)



Das inúmeras peripécias que aprontei nesta vida, boa parte delas foi em função da minha sexualidade latente. Sempre foi uma menina bonita. Desde bem jovem, já exibia curvas esplendorosas. Era uma moreninha de olhos verdes, de pele bem branquinha, macia e cheirosa, com seios fartos e cinturinha fina. Isso enlouquecia os meninos e provocava muita inveja entre as meninas da escola.

Sempre tive muitos caras interessados em mim. Filha de médico, eu estudava nas melhores escolas, e nunca saía de cima de um salto. Adorava me exibir. Adorava provocar. Minhas amigas se negavam a levar seus namorados com elas quando saíam comigo, pois eles sempre ficavam me olhando, e as cantadas vinham inevitavelmente. Por um bom tempo eu tentei parecer boazinha. Atiçava, mas, no fim, não ficava com ninguém. Tudo pura insegurança e auto-afirmação. Adorava ter todos aos meus pés, só para poder dispensá-los depois.

Aos 15 anos, eu via todas as minhas amigas saindo com namorados, mas meu pai não me deixava fazer o mesmo. Eu só podia ir em festinhas da escola, e ele sempre vinha me buscar por volta da meia noite. Era o tempo que eu tinha para aproveitar. Só que eu queria beber, farrear, ver o dia amanhecer... Não podia. "Só depois de completar 18 anos", era o que meu pai me dizia.

Naquela época eu estava numa fase de descobertas, louquinha para arrumar encrenca. Matava aula para ficar jogando sinuca com os meninos em um bar perto da escola, onde tomava algumas cervejas e fumava cigarros. Depois chupava muito Halls para disfarçar o cheiro e ninguém desconfiar quando eu chegasse em casa.

Para meu pai eu era uma santa, a doce menina intocável que ele havia criado como princesa desde que minha mãe morreu. Mas eu estava cansada daquela vida de Rapunzel sempre a postos no topo do castelo. Eu queria ser uma garota como as outras, pintar os cabelos, fazer tatuagem, ir para a praia com meus amigos e ficar com quem eu quisesse. De tanto que ele me prendia, mais eu tomava mais gosto pela trangressão, pela rebeldia. Bastava ele me deixar na porta da escola e a sainha plissada do meu uniforme subia imediatamente uns 10 centímetros, deixando expostas as pernas grossas e cheia de pelinhos dourados que deixavam os meninos loucos sempre que eu cruzava as pernas. Por baixo, usava sempre calcinhas de algodão brancas enterradas na bunda e que valorizavam o relevo da minha xoxotinha depilada. Eu era uma ninfetinha louca de tesão, mas que nunca tinha experimentado o prazer de sentir um pau entrando em mim.

Nem mesmo meus professores escapuliam das minhas provocações. Eu fazia questão de não usar sutiã por baixo da minha camisetinha branca do uniforme. Meus seios eram bem durinhos, e sempre que eu via que um professor me olhava, eu tratava de arrumar meus cabelos, pois mexendo na nuca eu ficava imediatamente arrepiada, meus biquinhos acendiam e meus professores enlouqueciam de tesão! Tinha um deles que sempre que saía da minha sala de aula, ia direto ao banheiro, aposto que para bater uma punheta pensando em mim.

Lembro uma vez que fiquei com um carinha bem mais velho, tio de uma amiga minha. Ele me deu uma carona na saída da escola. Era de outra cidade, estava a negócios por ali. Deixou a sobrinha na casa dela e me deixou na minha a seguir. Como presumi que nunca mais iria vê-lo novamente, resolvi presenteá-lo com uma punhetinha básica. Agradecimento pela carona. Ele subiu pelas paredes! Eu era assim. Vivia beijando meus primos na boca e batendo punheta para eles, que retribuíam chupando meus peitinhos e batendo siriricas deliciosas na minha bucetinha. Fazia isso também com o filho da empregada eu beijei. Nunca dei bandeira, e sempre os ameaçava de que se dissessem alguma coisa por aí nunca mais ganhariam os meus agrados. Mas o meu tesão mais sério mesmo era por homens casados. Eles eram mais experientes, muito mais discretos, e não tinham comigo aquela cerimônia característica do meu pai. Chegou uma hora em que eu já não conseguia mais ver graça nenhuma naqueles beijinhos furtivos e naquele roça-roça com meus primos. Queria mesmo é sentir uma rola adulta em mim. Ainda não tinha rolado a oportunidade certa. Enquanto isso, eu vivia na expectativa.

Um dia meu pai avisou, por motivos de trabalho, não poderia ir me buscar na escola, e que daquele dia em diante eu teria que voltar para casa de táxi. Ao invés disso, comecei a pedir carona para meus professores. Quem acabou se oferecendo para me levar em casa foi justamente aquele professor que fugia para o banheiro para bater uma punheta depois das minhas cruzadas de pernas durante a aula. Ele parecia ser um loser total. Tinha um Maverick 1975 horroroso, que ele achava o máximo. Por falta de alternativa, aceitei a carona. Entrei no carro e indiquei para ele um caminho bastante alternativo, que passava por muitas ruas desertas, para que ninguém me visse dentro naquela banheira velha. Mas então o professor dirigia começou a me encher de elogios e fazer um monte de perguntas sobre a minha vida. E naquele caminho mais longo que eu indiquei, o papo começou a se alongar e a ficar interessante, e eu comecei a achar que o tiozão até que era bem simpático. Era casado, bem vivido, com mais de 40 anos de idade. O único defeito dele era ser meio pegajoso. Ele então me perguntou o que eu achava dele. Eu respondi que o achava bem charmoso (mentira!), que eu adorava homens mais velhos (verdade!), que ele tinha um perfume muito gostoso (mentira!!) e que eu já tinha ficado excitada na sala de aula com ele (mentira!!!). Então, passei a mão na coxa dele e acabei encostando de leve no seu pau -- que estava duro, e era enorme, dentro de sua calça. Não é que o professor era muito bem dotado, e até então eu não havia me dado conta disso? Ele retribuiu os meus elogios dizendo que eu era linda, mas logo a seguir me desdenhou, dizendo que eu era fogo de palha, que só atiçava, que eu não era de nada!

Fiquei tão puta ao ser desnudada assim que decidi dar um cala-boca naquele professor pintudo impertinente. Mandei que parasse o carro numa daquelas ruas desertas. Ele parou. Abri o zíper da calça dele e devagar puxei para fora aquela enorme rola professoral. Alisei bem a chapeleta com a ponta da minha língua, depois tentei engolí-la por inteiro. Não consegui. Era muito grande e um pouco mal-cheirosa. Quase vomitei. Mas segurei a onda e segui em frente. Lambi as bolas dele com gosto. Ele deve ter adorado sentir minha boca quente chupando seus ovos. Tinha treinado bastante aquele número fazendo boquetes nos meus primos. Só que aquela foi a chupada mais gostosa que eu tinha dado em alguém. A cara de felicidade dele ao ser chupado pela aluna mais gostosa da escola era mais do que evidente. Ele fechava os olhos e gemia sorrindo...

Minha calcinha já estava completamente ensopada a essa altura dos acontecimentos. Dava para torcer a minha tanguinha branca de algodão. Ele começou a me tocar e a alisar meus seios por baixo da camiseta. Reclinou o banco do Maverick e saiu procurando por minha xoxotinha por baixo da minha saia. De repente, lá estava eu, naquele carro velho, com as pernas abertas bem abertas para ele chupar. Ele arredou para o lado a minha calcinha, passou a mão entre meus gominhos, lambuzou os dedos e os lambeu em seguida, ansioso para sentir o meu sabor. Foi quando eu, ainda de saia mas já livre da calcinha, agarrei na cabeça dele e a puxei para o meio das minhas pernas. Ele me chamou de gostosa, de putinha, de tesão da vida dele, e mergulhou sua língua quente na minha grutinha. Depois de dois minutos naquela sucção desendreada, comecei a implorar para que ele enterrasse sua jeba enorme em mim. Ele atendeu prontamente a meu pedido. Mirou sua piroca em direção a minha bucetinha, começou a esfregar a chapeleta no meu grelinho, batendo contra meu capozinho de fusca, só para me deixar ainda mais louca de tesão. Implorei que ele invadisse logo minha bucetinha toda inchada e encharcada, e la veio ele. Senti uma forte ardência e meu cabaço arrebentar! Chorei de dor, mas ele felizmente não se deixou abalar por isso e seguiu socando sua piroca suavemente nas minhas entranhas e arregaçando minha bucetinha enquanto mamava bem gostoso nas minhas tetinhas, contornando as auréolas com a língua e mordiscando o biquinho. Gozei diversas vezes, e ele não parava, apenas reduzia e depois intensificava novamente o ritmo de suas estocadas, apoiando as mãos sobre minha cabeça e pegando impulso para enterrar ainda mais fundo. Entrelacei minhas pernas sobre suas costas para ajudá-lo a me fuder até as entranhas da minha bucetinha. Com certeza aquele professor nunca havia me dado uma aula tão boa, e eu nunca tinha sido uma aluna tão aplicada.

Ao final, pediu para gozar na minha cara. Eu fiquei meio atrapalhada e nem respondi, apenas abri a boca para a jeba dele entrar, caso assim o quisesse. Então, ele começou a bater punheta com aquela tromba linda apontada para o meu rosto. Como ele estava demorando para gozar, decidi assumir a punheta com minhas próprias mãos e engoli a chapeleta dele até sentí-lo gozar abundantemente dentro da minha boca. Aquilo parecia lava na minha goela. Tinha um sabor levemente adocicado. Engoli tudinho!
  
Foi tudo muito excitante. Eu estava alí naquele banco desconfortável dando minha primeira trepada com um professor que eu via todos os dias na escola, que babava por mim e por quem eu não dava a menor bola. Me senti uma idiota preconceituosa e uma provocadora infantilóide. Decidi que nunca mais agiria daquela maneira daquele dia em diante, pois entendi que para aproveitar o melhor da vida temos que ter a mente aberta e completamente livre de idéias retrógradas e babacas, como as que eu cultivava até então. Sexo era a melhor coisa do mundo. A sensação de relaxamento depois do gozo era mil vezes melhor que uma tarde de compras no shopping com um cartão de crédito sem limite. De tão ensopada, eu acabei nem colocando a calcinha, dei-a de presente para o professor. Fui caminhando sozinha de volta para casa pegando uma arzinho na minha bucetinha feliz, recém-assaltada por aquela jeba enorme.

Desse dia em diante, caronas como essa passaram a ser uma constante em minha vida juvenil. Dei para quem eu quis, mas nunca dei para qualquer um, e sempre mantive o respeito. Tanto que hoje, aos 19 anos de idade, meu pai ainda acha que sou a sua princesinha imaculada. Odiaria que um dia ele soubesse o quanto eu sou safada, o quanto eu gosto de foder e para quantos amigos dele eu já dei.





Ju Cartwright é jornalista,
e fotógrafa profissional,
além de sapa bissexta
e putanheira de responsa.
Esta é sua primeira aventura
na área da ficção.
LEITURA DE BANHEIRO dá a ela
as boas-vindas



Monday, December 3, 2018

A SURRA DE PICA QUE MEU IRMÃO DE DEU (uma leitura de banheiro de Ju Cartwright)



Meu nome é Sara e sempre fui uma menina muito caseira. Morava em um sítio no interior do Rio Grande do sul, e levava uma vidinha bem pacata. Cedo pela manhã eu tirava leite das vacas, alimentava os animais e fazia comida para meu pai e meus irmãos: um de 12 e outro de 14 anos. Sempre cuidei deles. Minha mãe morreu quando ainda eram muito pequenos, e eu assumi as responsabilidades da casa, mesmo sendo ainda uma menina.
  
Nossa casa ficava longe da cidade mais próxima e para mim era praticamente impossível sair de lá para fazer qualquer coisa, daí vivia praticamente confinada naquele lugar. Meu pai é que saía, às vezes acompanhado por um dos meus irmãos, para levar leite para alguns mercadinhos da cidade, e passavam o dia inteiro fora. Eu ficava em casa cuidando do meu irmão menor, que era muito apegado a mim, me seguia onde quer que eu fosse. Era um menino franzino, de pele pálida e cabelos lisos, negros. Eu admirava a ingenuidade daquele anjo, sempre muito prestativo e carinhoso. Seu nome era Daniel.

Com o passar do tempo e a falta de um pai ou de uma mãe por perto, Daniel começou a fazer perguntas que para mim eram difíceis de se responder. Queria saber por que não poderíamos tomar banho juntos ou dormir abraçados. Ou por que às vezes, no meio da noite, ele fazia um xixi cremoso nas calças. Uma vez ele esperou meu pai acordado com uma toalhinha suja de sangue, e disse a meu pai que eu estava doente e que se não fizessem alguma coisa eu iria morrer. Era apenas a minha menstruação, tadinho. Daniel era muito assustado, mas também muito curioso.

Pois o tempo passou e aquele menininho franzino começou a se transformar num homem encorpado, com espinhas e um arremedo de barba no rosto. Ainda assim, ele permanecia apegado a mim. Papai não ajudava em nada nesse sentido. Dizia que era para eu não me desvencilhar dele, pois eu era a mãe que ele não tivera. As brincadeiras dele comigo já tinham outro tom. Ele estava forte e me dominava com facilidade, pois eu era uma mulher pequena e magra, ainda que com seios e quadris avantajados. A essa altura dos acontecimentos, meu outro irmão já havia se mudado para a cidade e meu pai continuava ausente como sempre.

Um dia chegando das cocheiras, vejo meu irmão em uma situação estranha: estava alisando uma pequena porquinha que tínhamos, e que era criada solta, como animal de estimação. Ele sempre brincava com ela, mas naquele dia ele estava no fundo do pátio com ela no colo. Se assustou quando me viu. Para minha surpresa, quando se levantou, estava com as calças pelos joelhos. Vestiu-se com rapidez e correu para dentro de casa. Não pude deixar de notar o pinto duro e enorme que ele tinha entre as pernas, até porque, naquela correria, ele saiu com tudo meio prá fora, sem conseguir fechar as calças.

Mais tarde conversei com ele, e ele me negou que tivesse acontecido qualquer coisa, mas tentou explicar para mim que já era um homem e que tinha suas necessidades sexuais. Isso, para mim, não era nenhuma novidade. Por várias vezes eu vi Daniel à noite na cama colocando as mãos por dentro da cueca para mexer no seu pinto. Eu fingia que não via, mas não posso negar que havia algo de magnético naquela rola enorme que me atraía bastante.

Nas vezes seguintes em que eu o vi na cocheira naquela mesma condição,brincando com a potrinha, eu não o interrompi mais. Ao contrário, passei a observá-lo de esguelha, e com muita atenção. Era comum vê-lo sentado entre as laranjeiras, e quando via um cavalo cobrir uma égua ele começava a se masturbar. Fazia cara de quem estava louco de tesão ao ver aquele mastro que o cavalo exibia entre as patas. Cuspia nas mãos, alisava a cabeça de sua pica, e com os olhos fechados certamente imaginava as cenas mais absurdas. Eu observava tudo sem dar um pio, e por baixo daquele meu vestidinho de chita eu enchrcava minhas calcinhas. Mesmo sendo meu irmão, eu desejava ardentemente aquela pica enterrada entre as minhas pernas. Era a única por perto em sei lá quantos quilômetros.

Depois que gozava, Daniel sempre vinha me procurar. Ficava de abracinhos e beijos, cheio de frescuras para o meu lado. Numa dessas vezes, ele arrancou da minha mão o pano que eu secava a louça e saiu correndo em direção ao quarto. Eu, já muito brava, corri atrás dele. Ao entrar, ele me surpreendeu me jogando na cama, e em seguida se deitou por cima de mim. Entre minhas pernas pude sentir o volume de sua rola que, de tão dura, parecia querer me furar. Depois de me imobilizar, ele, numa atitude desesperada, me beijou a boca. Tentei me soltar, mas ele me segurou e só me soltou quando ameacei contar tudo para o nosso pai. Idiotice minha. Naquela hora, eu queria mesmo é abrir as pernas e me deixá-lo me penetrar. Estava toda melada e adoraria que ele desconsiderasse minhas ameaças e socasse sua pica bem no fundo.

Depois dele recuar de seu ataque, com medo de mim, o dia voltou à normalidade. No final da tarde, como de hábito, fui tomar meu banho e percebi que havia esquecido de pegar minha toalha. Como estávamos só os dois ema casa, eu não podia sair nua do banheiro, daí pedi a ele que trouxesse a toalha pra mim sem bancar o espertinho. Ele pegou a toalha, mas não me entregou em mãos. Queria me ver nua. Ficou esperando por mim no quarto onde sempre troco de roupa. Pedi que ele me obedecesse, mas ele disse que éramos irmãos e que eu não precisava ter vergonha. Então saí, me desenrolei da toalha e fiquei nua diante dele. Ele ficou paralisado, encantado com minha nudez. Disse que há muitos anos não me via assim, e que eu havia mudado bastante. Disse ainda que há muitos anos não cansava de olhar para o meu corpo e para meus contornos bem femininos, e que minha bucetinha peluda e os biquinhos duros de meus seios eram de enlouquecer. Disse também que que estava feliz por ver uma mulher adulta desse jeito, pois quando tivesse sua própria mulher saberia o que fazer e não iria passar vergonha. Pediu que eu mostrasse minha bundinha para ele. Depois pediu que mostrasse minha bucetinha em detalhes, abrindo -a para ver como era lá dentro. Ao final me agradeceu. Mas não sem antes dizer que estava morrendo de tesão por mim.

E então Daniel sacou de dentro das calças uma pica enorme, uma rocha que apontava para a lua, estaqueada. Mesmo assustada, senti entre minhas pernas minha bucetinha piscar de tesão. Pediu para que eu a tocasse. Possuída pela curiosidade, eu toquei. E quando coloquei a mão sobre a enorme cabeça daquela rola, Daniel gemeu. Na minha cabeça, já era tarde demais, o pecado já estava cometido, e eu estava muito excitada, e não era de hoje que eu queria sentar naquele pau, e pelo visto hoje era o dia em que aquilo iria finalmente acontecer. Sentei ao lado de Daniel na cama e continuei a afagar seu pinto, muito delicadamente. Estava sedenta por ela, não aguentava mais ser virgem. Daniel me disse então para chupá-lo. Sem pensar duas vezes, eu cai de boca naquele tronco. Meu irmão era bem dotado. Já tinha enrabado algumas éguas, porcas, mas buceta de verdade a minha seria a primeira.

Ele começou a lamber o meu grelinho, e a chupar toda a área da minha bucetinha com voracidade, se lambuzando com o meu mel. Começou a testar minhas dimensões internas com os dedos, enfiando-os na minha bucetinha e tentando descobrir até onde ela ia. A seguir, tentou alargá-la enfiando a mão toda, como estava acostumado a fazer nas bucetas das éguas. Fiz com que ele parasse com aquilo. Expliquei que iria me machucar assim. Tadinho, não sabia que com meninas é diferente. Tive que explicar tudo a ele. E então ele disse que queria sentir sua rola dentro de mim. Me botou de quatro e, sentindo-se um cavalo, enfiou tudo até a bolas numa única estucada. Tive que mandar parar tudo e dar novas instruções ainda para ele. Foi quando ele me pegou pelos cabelos e me fodeu com força enterrando sua vara gostosa no fundo na minha bucetinha e me arregaçando por completo. Meu potrinho tinha uma pegada forte. Só precisava aprender como fazer isso sem me machucar. Mas -- pensei comigo -- eu tinha todo o tempo do mundo para ensiná-lo a fazer isso da maneira certa naquele lugar esquecido por Deus. Não satisfeito, ele tentou penetrar meu cuzinho. Pedi para que ele tivesse calma, pois estava doendo bastante, mas ele nem esperou eu terminar de falar. Interrompeu minha fala com uma estocada violentíssima no meu cu. Socou até tirar sangue dele. Ele me dominou com força segurando minhas ancas e me impedindo de sair de sua mira. Na minha bunda, entre os gemidos dele e os gritos meus, eu conseguia ouvir o barulho de suas bolas batendo na minha bunda. Tudo dentro de mim ardia, e parecia dilacerado com a presença daquele cacete gigantesco.

Daniel estava tão atrapalhado e fora de controle que, achando que iria gozar, acabou foi mijando em cima de mim. Mesmo mijando, ele continuou socando no meu rabo, e me encharcando por completo, deslizando sua pica no meu cu. Meu irmão estava literalmente me dando uma surra de pica. Aos poucos fui relaxando e soltando as pregas, enquanto ele enfiava mais fundo. Estava gostoso, eu estava adorando dar o cu, era diferente do que eu havia imaginado. Ele gozou lá dentro e seu pau murchou aos poucos sem que ele saísse lá de dentro. Depois, ele passou a pincelar sua pica por toda a extensão da minha bunda. Era sangue para todo lado. Meu cu esdtava em frangalhos e a piroca dele também. Mesmo assim, foi maravilhoso!

Tomamos banho juntos depois e nos limpamos daquela melequeira toda. Eu havia sido coberta por um potrinho delicioso e estava satisfeita como nunca naquela foi a primeira de muitas tardes adoráveis cometendo esse delicioso pecado mortal com meu irmãozinho pintudo. Hoje, mais de 20 anos depois disso tudo, e mais de 15 anos depois da morte de papai, continuamos vivendo do mesmo jeito no mesmo sítio, e fudendo diariamente como dois animais sem que ninguém nos perturbe com bobagens.




Ju Cartwright é jornalista,
e fotógrafa profissional,
além de sapa bissexta
e putanheira de responsa.
Esta é sua primeira aventura
na área da ficção.
LEITURA DE BANHEIRO dá a ela
as boas-vindas


Wednesday, November 14, 2018

GAROTAS, GAROTAS, GAROTAS... (uma leitura de banheiro de Ju Cartwright)



Era uma sexta feira chuvosa e eu cuidava de Sabrina, minha irmã mais nova, enquanto minha mãe trabalhava para nos sustentar. Sabrina tinha na época 13 anos. Eu tinha 23.

Nós duas brigávamos bastante. Ela era a filha caçula mais mimada do mundo. Morria de ciúmes de mim. Reclamava que mamãe me deixava sair à noite e trazer meus namorados em casa, mas ela não podia nada disso. Por várias vezes eu a senti invejando meus seios fartos, minhas pernas depiladas, minha buceta cabeluda e greluda e até minhas gordurinhas adicionais.

Mas no fundo eu entendia o que ia na cabeça dela. Bastava lembrar como era comigo quando eu tinha a idade dela. Mamãe era viúva e fazia de tudo para nos dar uma vida confortável. Sempre falava que tínhamos que ser meninas exemplares, para não falarem por aí que, devido à ausência de nosso pai, tínhamos sido mau-criadas.

Eu e a Sabrina passávamos o dia todo juntas nas férias. Quando minha mãe não estava por perto, ela era um amor comigo, conversávamos sobre os mais variados assuntos, inclusive de minhas aventuras sexuais por aí. Fazíamos pipoca e assistíamos filmes da TV a tarde toda. Dormíamos sempre juntas, bem abraçadinhas, sempre trajando apenas camiseta, calcinha e meia... Fazíamos chapinha nos cabelos uma da outra, e ela se deliciava experimentando os os vestidos curtos que mamãe comprava só para mim.

E já naquela época eu começava a perceber que minha maninha não era mais tão criança, já tinha definido uma bundinha bem durinha e empinadinha por sinal, as tetinhas dela já estavam desabrochando, com biquinhos rosados e ainda, pelos na xoxotinha.

Sabrina me revelado numa daquelas noites que sonhou que estava com um menino e que acordou com a bucetinha toda melada. Disse que a sensação era maravilhosa, que sua bucetinha piscava e ela tinha vontade de mexer lá sem parar, mas que, como dormia comigo, ficou com vergonha. Eu disse a ela que isso era normal, e que não precisava ter pudor, pois era sinal de que ela estava virando mulher. Disse ainda que quando sentisse vontade poderia mexer nela o quanto quisesse.

Pois bem: na noite seguinte eu acordo no meio da noite e vejo Sabrina gemendo. Olhei para ela e vi no seu rosto a expressão máxima de prazer, ela de olhos fechados mordendo os lábios. Levantei o lençol e percebi sua mão entre as pernas. Ela estava batendo uma siririca. Podia ouvir o barulho do líquido que vertia da xoxotinha dela. Ela estava encharcada... Eu comecei a ficar excitada também, senti o bico dos meus seios já ficando duros e meu bucetão entrando em contrações, mas achei melhor virar para o lado e dormir.

No dia seguinte, toquei no assunto com ela. Ela me confessou que já não aguentava mais de tanto desejo e que queria saber como era fazer sexo com alguém. Comentou que uns garotos da escola haviam passado a mão na bunda dela uma vez e a chamaram de gostosa. Perguntei se não havia rolado nada com algum deles e ela disse que não, mas que um deles falou um dia desses que queria muito transar com ela. Perguntei porque ela não dava para ele. Ela ficou irritadíssima comigo. Me chamou de louca. Mas algumas horas depois veio até mim e se desculpou, dizendo que estava descontrolada, louca de vontade de dar para aquele menino saliente.

Então eu resolvi ajudar. Escolhi para ela um vestidinho comportado e uma calcinha fio-dental que separasse até os beicinhos dela. Fiz suas unhas, arrumei seu cabelo, tirei as sobrancelhas e depilei todos os pelos de seu corpo, menos os da bucetinha. Ela vibrava. Há tempos já queria ser mulher.

Mas alguma coisa ainda estava errada, os pentelhos da xoxotinha dela saíam para fora da minúscula calcinha, daí eu pedi que ela ficasse de pernas abertas sobre a cama enquanto eu passava uma tesoura para apará-los bem rentes à pele. Seus pentelhinhos eram castanhos claros, bem macios. Depois, com meu Ladyshave, desmatei cada pelinho daquele rabinho. À princípio, pensei em desmatar só nas laterais, mas estava tão macio que ela me pediu para deixar toda a bunda lisinha.

Quando terminei na bundinha, ela pediu para deixar a bucetinha lisa também. Então, abri um beicinho da xoxotinha dela e passei a lâmina, derramando água quente com a mão para ajudar a tirar a espuma.

Naquele momento comecei a sentir tesão pelo que estava fazendo na minha irmã. Sentia vontade de ter aquela bucetinha angelical na minha boca. Ela era toda cheirosa, uma delícia de menina. Eu notava que enquanto eu a depilava e passava a mão para limpar a área depilada, ela demonstrava um aumento de volume no seu clitóris. Eu já estava louca de tesão por ela, e ela parecia estar gostando. Eu aproveitava quando tinha que limpar com a mão e esfregava os dedos no grelinho dela, só para sentir escorrer aquele mel de dentro de sua bucetinha. Notei que ela começava a passar a mão em seus seios e já os apertava com desejo.

Ao terminar, peguei um espelho e mostrei a ela como tinha ficado. Ela adorou. Disse ainda que alguns pelinhos de seu cuzinho haviam escapado da tosa e precisariam ser removidos. Mas, para isso, ela tinha que ficar de quatro. E ela ficou. E eu desabei de tesão quando vi aquele rabinho virgem, com aquele cuzinho apertado, todo rosinha, sem contar aquele grelinho que se avolumava e aquela xoxotinha completamente lambuzada.

Não tive dúvidas: meti a língua no cuzinho dela. Era cheirosa, delicada, gemia loucamente a cada lambida que dava em seu rabinho. De repente ela se virou, abriu as pernas, agarrou minha cabeça e a levou de encontro a sua bucetinha. Lambi aquele grelinho gostoso avidamente, me esbaldei por entre os lábios dela. E que delícia sentir na boca o gosto da porra daquela menina...

Então ela sentou na cama, olhou nos meus olhos e beijou a minha boca. Enlouqueci quando senti a língua dela dentro de mim. Ela foi descendo, tirou a minha camiseta, puxou meu peitões para fora do sutiã e começou a chupá-los. Ela era bem safadinha. Pousava minha mão na bucetinha dela e fazia uma irresistível cara de tesão. Tirou minhas calças e, de joelhos, pôs a língua entre as minhas pernas, procurando meu grelo avantajado. Depois me deitou de quatro na cama e enfiou dois dedos no meu bucetão, para depois lambê-los e assim sentir o gosto do prazer. Então, me pediu que fizesse o mesmo, eu a coloquei de pernas abertas na cama, dei mais umas lambidas naquela xoxotinha e, bem devagarzinho, enfiei meu dedo indicador na sua bucetinha. Ela própria começou a se mexer, indo e vindo, em contrações meio violentas. Tirei o dedo e mostrei seu sangue para ela. Era seu cabaço que havia rompido. Esfreguei o dedo no lençol e continuamos nossa brincadeira.

Ela começava a se soltar e quanto mais eu enfiava o dedo e chupava o grelinho dela, mas ela queria... Ela se levantou, completamente nua, foi correndo até a cozinha e trouxe consigo um cacho de bananas nanicas bem verdes. Olhou pra mim e disse para enfiar na buceta dela, pois estava louca de tesão. Lambemos bastante a casca da banana e então eu a enfiei lentamente em sua buceta encharcada, e ela estrebuchou pra valer durante a penetração. Depois de gozar abundantemente, mandou que eu ficasse de quatro, pois agora era a minha vez de engolir uma banana pela buceta. Gozei feito uma cadela no cio. Nunca tinha conseguido gozar daquele jeito tão intenso.

Depois dessa brincadeira, ainda tentamos comer o cuzinho uma da outra com as bananas, mas não deu muito certo, as bananas não eram firmes o suficiente para suportar a contração dos nossos cuzinhos e acabavam cozinhando e se desmanchando dentro de nossas bucetas. Mas foi legal mesmo assim. Expelimos toda aquela banana cozida em nossos cuzinhos como se fosse cocô, e aquela foi a nossa sobremesa.

Ao final, Sabrina se limpou, se vestiu e saiu para encontrar o tal menino. Na volta, depois de dar para ele, me confidenciou que foi legal, mas bruto demais, e que comigo havia sido muito, muito melhor.
  
Hoje ela já sabe que os homens são legais, pinto é gostoso, etc e tal, mas ter uma irmã para trocar fluídos às vezes é muito melhor do que ter que encarar certos trogloditas por aí.




Ju Cartwright é jornalista,
e fotógrafa profissional,
além de sapa bissexta
e putanheira de responsa.
Esta é sua primeira aventura
na área da ficção.
LEITURA DE BANHEIRO dá a ela
as boas-vindas



Wednesday, October 31, 2018

STÉPHANE AUDRAN: A MAIS DENSA E INTENSA DE TODAS AS FEMME FATALES DO CINEMA FRANCÊS


Muita gente me acha meio pé-de-boi demais nas minhas colocações. Tudo bem, eu até sou. Mas no fundo no fundo, acreditem: existe em mim uma mulher sensível e extremamente descolada em termos intelectuais. Aos 69 anos de idade -- e pelo menos 55 de velcro -- posso afirmar categoricamente que sempre fui fascinada pelas mulheres do cinema europeu -- particularmente do cinema francês do final dos Anos 50 e dos 60 também. E posso afirmar a todos vocês que nenhuma atriz soube esboçar e incorporar mulheres classudas, densas e inusitadas do que Stéphane Audran. Fez muito teatro antes de estrear no cinema, aos 25 anos de idade. Mas estreou já bem conhecida do público parisiense, e alcançou papeis de protagonista com relativa rapidez em meio a toda a efervescência da nouvelle vague. Ouve um tempo em que Audran parecia onipresente. Não só participava de todos os filmes de seu marido Claude Chabrol, como ainda achava tempo para trabalhar com alguns dos melhores diretores europeus da época, como Jacques Demy, François Truffaut e Luis Buñuel. Poucas atrizes francesas possuem uma filmografia tão extensa e tão qualificada quanto a dele. Não satisfeita com isso, decidiu, depois de se separar de Chabrol em 1980, que dalí por diante iria começar a correr atrás de papeis completamente diferentes de todos os que ela havia interpretado até então, e deu início a um capítulo 2 em sua carreira, praticamente tão glorioso quanto o capítulo 1. E então, ganhou projeção mundial como a cozinheira do clássico A Festa de Babette, talvez seu filme mais conhecido, com direito a indicações ao Oscar e aos Golden Globes e tudo mais. Manteve-se na ativa até 10 anos atrás, quando decidiu se aposentar depois de excelentes serviços prestados ao cinema europeu. Saiu de cena no início deste ano, aos 86 anos de idade. Graciosa e reservadamente. Como a grande dama que sempre foi. (Ju Cartwright) 














MOMOMOMOMO



















Monday, June 18, 2018

LUCIANA PALUZZI: UMA RUIVA LINDA E TALENTOSA QUE O CINEMA ITALIANO NUNCA SOUBE ACOLHER DEVIDAMENTE

LUCIANA PALUZZI POR JU CARTWRIGHT


Meninos, acreditem: poucas carreiras são mais cruéis que a de ator. Como explicar que um mulherão como Luciana Paluzzi -- bonita, gostosa e talentosa na medida certa, capaz de falar 3 ou 4 línguas diferentes, e que merecia ter tido uma carreira espetacular -- tenha sido obrigada a se aposentar aos 40 anos de idade por falta de convites de trabalho de produtores europeus e americanos?

Luciana já era um mulherão quando estreou no cinema aos 17 anos num filme romântico de 1954. Nos anos 50 e início dos 60, participou de inúmeros filmes, quase todos italianos, e na maioria das vezes em papéis coadjuvantes. Nunca deu sorte como protagonista. Nenhum dos filmes que traziam seu nome abaixo do título nos letreiros dos cinemas conseguiu emplacar nas bilheterias. Ficou conhecida no mundo inteiro como a inesquecível 'Fiona Volpe', vilã sexy e mortal de “Thunderball - 007 Contra a Chantagem Atômica” (1965), e tirou o melhor proveito possível da projeção que o filme lhe trouxe. A verdade é que, se por um lado existe uma maldição que impede que as carreiras de bondgirls decolem, por outro lado essa maldição só se aplica às “mocinhas”, e nunca colou nas “bad girls” que cruzam o caminho de Mr. Bond.

Quando se aposentou em 1977 -– um momento particularmente ruim para o cinema popular europeu -- , Luciana Paluzzi lamentou nunca ter tido a oportunidade de trabalhar com cineastas mais respeitados, que alavancassem sua carreira para um patamar superior. Lamentou também ter feito tantos filmes italianos de segunda e terceira linha, que lhe garantiram dinheiro, mas quase nenhum prestígio artístico. Ao contrário de companheiras de geração como Stefania Sandrelli e Marisa Mell, que não hesitaram em fazer filmes com cenas de sexo muito ousadas para permanecer no mercado cinematográfico italiano, Luciana simplesmente disse “Obrigado, Não!”, e delicadamente saiu de cena.

Então, decidiu levar sua gostosura para a ensolarada Los Angeles, California, onde comprou uma casa em Bel-Air e foi fazer pontas em séries de TV. Em 1980 conheceu o alto executivo da Warner Bros. Michael Jay Solomon, e os dois se casaram. Mudaram-se para uma casa cinematográfica num penhasco à beira-mar em Jalisco, Mexico, onde viveram por mais de 20 anos. Em 2005, mudaram-se para Nova York, onde vivem até hoje, perto dos dois filhos (Christian Halsey Solomon e Lee Solomon) e dos cinco netos (três meninos e duas meninas).

Não vou dizer o que sempre digo aqui: que nossa “catedral de carne” de hoje ainda dá um caldão. Não, infelizmente não dá não. Os anos de gostosura de Luciana Paluzzi ficaram para trás. Quem comeu, comeu. Quem não comeu, que se contente com estas amostras fotográficas que reunimos nesta postagem, que podem servir de inspiração para punhetas e siriricas inesquecíveis nesses dias frios e chuvosos.

Senhoras e Senhores... caiam de boca em Luciana Paluzzi.