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Friday, November 30, 2018

CALLING DOCTOR LOVE! #20 (com o renomado conselheiro sexual honoris causa ODORICO AZEITONA M.D.)



Caro Doctor Love,
Meu marido é maluco por champagne, e eu, que sou apaixonadíssima por ele, adoro virar uma garrafa de champagne sobre meu corpo para que ele me lamba todinha. Tomo todos os cuidados para que a acidez da champagne não escorra para dentro da minha bucetinha e do meu cuzinho, provocando queimaduras e estragando a festa -- nada que quatro ou seis absorventes íntimos do tipo noturno bem posicionados na calcinha e com a região absorvente voltada para o lado de fora não resolvam. Ele vai à loucura. Ainda mais se eu estiver sem tomar banho por 24 horas ou mais. Diz ele que o contato da champagne com o sal que fica armazenado na pele provoca uma reação aromática mágica. Diz ele também que o perfume de uma "bucetinha suja" faz um contraponto magnífico com o bouquet da champagne espalhada pelo corpo. O que eu queria saber de você, Doctor Love, é: Que destilado ou fermentado combina melhor com o cheiro de um homem, para que eu possa participar ativamente dessa brincadeira também e deixe de lado meu posicionamento até agora apenas passivo? (Germana H, Itacoatiara RJ)

 Cara Germana,
Consultei algumas amigas que gostam de chupar seus parceiros por inteiro. Uma delas recomendou Amaretto. Outra recomendou Fragelico. E uma terceira recomendou um bom brandy. Tive uma namorada que dizia que minha pele combinava bem com um assemblage de tannat mesclado com merlot. Se não for uma maravilha, ao menos será uma opção bem em conta. Experimente sem moderação, mas não sem antes enfiar a rolha no cu dele, para assim evitar queimaduras desnecessárias. Bom Verão, Boa Sacanagem e Boa Sorte!
  


 Caro Doctor Love,
Moro em Floripa, e acidentalmente inventei uma espreguiçadeira sob medida para quem gosta de fazer topless confortavelmente deitadona de braços. Minha patroa Matilda não viu que o tecido da espreguiçadeira havia rasgado e se deitou de bruços sobre ela. Quando tirou a parte de cima do biquini, tomou um susto quando sentiu o seu tetão esquerdo escorregando pela fenda que havia surgido no tecido, e se acomodando confortavelmente em pleno ar, a poucos centímetros da areia -- com direito a ventilação com a brisa do mar e tudo mais. Visionário que sou, pedi licença a ela, peguei meu canivete suíço e abri um outro talho no tecido na cadeira para que seu tetão direito pudesse se acomodar com o mesmo conforto do esquerdo. Minha patroa aprovou de imediato a iniciativa. Daí, fiquei animado e, aconselhado por Matilda, abri um terceiro talho no tecido para que homens como eu possam fazer bottomless sob o sol com suas bundas expostas e suas genitálias penduradas como linguiças defumadas. Corri para registrar nossa invenção e agora estamos procurando por investidores que queiram apostar nessa ideia revolucionária. Você conhece alguém que se habilite, Doctor Love? (Nivaldo T, Florianópolis SC)
  
Caro Nivaldo,
Você é um gênio. Passei inbox para você o telefone de um provável investidor aqui em São Paulo. Fale com ele. Bom Verão, Boa Ventilação Genital pra Vocês e Boa Sorte!
  

  
Caro Doctor Love,
Sou casado há 15 anos e sempre fui fiel à minha mulher, tanto que nunca pulei a cerca ao longo de todos esses anos. Mas confesso que sempre vibrei com a ideia de participar de ménages à trois femininos como "espectador ao vivo", daí passei a contratar prostitutas para desempenhar "situações picantes" que me viessem à cabeça -- só para mim, claro! Escolho os locais mais incertos para essas performances. Como cuido da segurança noturna de um shopping center, sinto que ainda devo levar alguns anos até esgotar as possibilidades que o Shopping pode oferecer. Minha mulher, no entanto, está com a pulga atrás da orelha, desconfiada que eu a estou traindo. Veio falar em separação um dia desses. Conto pra ela o que está realmente acontecendo, Doctor Love? (Gilmar W. São Paulo SP)
  
Caro Gilmar,
Não conte nada. Negue veementemente. Dê mais rola para ela do que o habitual, que ela vai sossegar e desencanar. E não dê mais bandeira, seu trouxa. Se ela desconfiou de alguma coisa é porque você andou dando bandeira. Ah, cuidado para não perder o emprego. A vida está fácil pra ninguém, meu caro. Bom Verão, Boas Punhetas e Boa Sorte!




Doctor Love atende nas horas vagas
pelo nome Odorico Azeitona.
Possuí vários livros não-publicados
sobre manifestações sexuais ocorridas
ao longo da História da Humanidade
e sobre como o sexo é praticado
nos quatro cantos do nosso planeta.
Não atende em consultório algum.
Só aqui mesmo. E chega.





Thursday, May 17, 2018

CALLING DOCTOR LOVE! #12 (com o renomado conselheiro sexual honoris causa ODORICO AZEITONA M.D.)



Caro Dr. Love:
Tenho um Golden Retriever bem sem-vergonha chamado Bosley que adora participar das sessões de sexo que eu promovo aqui em casa depois de passar o rodo nos bares da região onde eu moro. Por sorte, a maioria das mulheres que eu trago para cá acha legal ter o cu e a buceta lambidos pelo linguão dele, e não reclamam dele vez ou outra tentar penetrar nelas, ou arranhá-las um pouco. Mas meu veterinário está insistindo para que eu o castre logo, alegando que ele vai ficar mais calma e menos bagunceiro -- e eu vou protelando, pois sei que se eu fizer isso estarei cometendo uma maldade imperdoável com meu querido companheiro de surubas. Me dá uma luz, Dr. Love, o que eu faço? (Cabo Rusty, Tijuca RJ)


Concordo plenamente, Cabo Rusty.
Além do mais, cachorrinhas é que precisam ser castradas cedo para que não tenham câncer no aparelho reprodutor. Cuide bem do Bosley para que ele continue sendo seu parceiro de surubas por muitos e muitos felizes anos. E sejam felizes vocês dois.
  

Caro Dr. Love:
Conheci uma ruivinha linda de 23 anos nas minhas férias de verão em Florianópolis dois anos atrás. Tivemos um romance selvagem e divertidíssimo durante 10 dias, e quando chegou a hora de voltar para São Paulo prometi manter contato com ela. E cumpri. Por um ano inteiro. Até finalmente conseguir convencê-la a mudar para cá para viver comigo. No começo, tudo parecia perfeito, mas então comecei a perceber que, apesar dela ter renda própria e dividir as despesas comigo, ela tem uma necessidade louca de sair toda noite para beber. E bebe até ficar bêbada, às vezes até desmaiar. Já sentei para conversar com ela sobre alcoolismo, mas ela insiste que não isso tem nada a ver e que ela não é alcoólatra: apenas gosta de ficar bêbada e se divertir toda noite. Como é que eu saio dessa roubada em que me meti, Dr. Love? (Sóbrio e Decepcionado, Jabaquara SP)


É, meu chapa...
Se você já sabia que ela gostava de embalar desse jeito, o azar é todo seu. E se não sabia, o azar é todo seu também. Das duas uma: ou você dá um pé na bunda dela, manda ela de volta para Santa Catarina e volta para sua vidinha de merda, ou então entra na dela e para de uma vez por todas com essa palhaçada de negar fogo na hora de meter o pé na jaca com a mulher amada. Só te peço um favor: se você for optar por mandá-la embora, e ela, ao invés de voltar para Santa Catarina, decidir permanecer em São Paulo, encaminhe a moça aqui para a minha casa, pois tem gente aqui que sabe dar valor para mulheres com esse perfil.
  

 Caro Dr. Love:
Durante 15 anos tenho sido empresária de meu marido, um cantor pop sertanejo muito conhecido no Centro Oeste. Mas de um ano para cá senti que eu o estava perdendo para uma groupie, que ele, malandramente, contratou para participar de sua "road crew". Como não o amo mais há muito tempo, não me importei e deixei rolar, até porque tudo o que eu quero é continuar a empresariar a carreira dele. Mas a pilantrinha me quer fora de cena e está fazendo de tudo para criar situações de litígio que inviabilizem uma eventual separação amigável entre ele e eu. Sem contar que estou cansada de fazer sexo com objeto inanimados e louca para retomar minha vida sexual -- mas não posso, com medo de armarem algum flagrante para cima de mim. Como é que eu saio dessa, Dr. Love? (Goiana Necessitada, Ponte Alta GO)


  Querida Goiana Necessitada,
Se eu fosse você, não perderia tempo tentando chegar a termos com esse casalzinho bocó. Chame logo um advogado que seja também um bom negociador e entregue a encrenca para ele resolver. E vá viver a vida, pois está faltando rock and roll na sua vida. Um beijo e boa sorte.



Doctor Love atende nas horas vagas
pelo nome Odorico Azeitona.
Possuí vários livros não-publicados
sobre manifestações sexuais ocorridas
ao longo da História da Humanidade
e sobre como o sexo é praticado
nos quatro cantos do nosso planeta.
Não atende em consultório algum.
Só aqui mesmo. E chega.

Wednesday, May 2, 2018

CALLING DOCTOR LOVE! #11 (com o renomado conselheiro sexual honoris causa ODORICO AZEITONA M.D.)



Caro Dr. Love,
Tenho 20 anos, sou bissexual, e estou mantendo um romance com minha amiga e seu namorado chileno. Ela não é bissexual como eu, mas me convidou para fazer parte deste triângulo porque acha que com isso o sexo com seu namorado fica mais quente. Eu topei, mas com um pé atrás. Semana passada eu acabei indo para a cama só com ele, e ela ficou enciumadíssima. Me disse mais tarde, reservadamente, que não quer ser possessiva, mas infelizmente não consegue controlar essa insegurança em relação a ele e a mim, e pediu que eu só transasse com ele quando ela estiver presente. E eu estou começando a me sentir muito mal nessa história, pois sinto-me cada vez mais uma coadjuvante nessa relação -- e eu gostaria muito que ela funcionasse de forma plena. Me diz o que é que eu faço, Dr. Love? (Grelinho Caiçara, Ilhabela SP) 



Caramba, Grelinho Caiçara,
Essa tua amiga é uma tirana sexual. Relações assim tem que rolar mais frouxas, caso contrário tudo vira um inferno. Um threesome, para funcionar, não pode seguir regras rígidas. Fala pra tua amiga deixar de posar de Madre Superiora às avessas, relaxar e gozar, pois o namorado dela não vai largá-la por você -- a não ser, claro, que ela se transforme numa chata cagadora de regras. Mas antes de falar qualquer coisa com ela sobre esse assunto, tente sentir se ela está realmente disposta a deixar você fazer parte efetivamente dessa relação. Se ela não estiver disposta a isso, e só quiser você apenas como uma "side attraction" na relação deles dois, e nada além disso, nem perca seu tempo tentando conversar com ela sobre o assunto e caia fora o quanto antes para não se machucar, porque a chance disso ser uma roubada é altíssima. Threesomes exigem muito desprendimento. Gente possessiva não foi feita para participar de relações que não obedeçam padrões tradicionais. Há quem diga que Deus inventou a monogamia justamente para ambientar pessoas chatas e rotineiras neste planeta cheio de prazeres e atrativos. Mas não mediu as consequências direito do que fez e deu na merda que deu. No final, para não ter que assumir a cagada que cometeu, Deus escalou o coitado do Moisés para levar a culpa, coitado...
  


Caro Dr. Love,
Tenho 29 anos de idade, sou gay e curto práticas sadomasoquistas meio barra pesada. Por conta dessas minhas preferências, nunca tive envolvimento romântico de espécie alguma com meus parceiros. Mas, de uns tempos para cá, tenho me sentido muito só e gostaria de ter um namorado, só que nem sei por onde começar. Me ajude, Dr. Love: onde e como eu vou conseguir encontrar uma alma gêmea que também esteja disposta a conciliar romantismo com dor? (Juvenor Kross, São Vicente SP)


Juvenor, acredite, você tem sorte em ser gay.
É que a maioria dos sites de encontros para héteros não se interessa por esse público ligado em bondage. Já os sites de encontros para gays não só são bem receptivos a sadomasoquistas como costumam ser parcialmente bancados por propaganda de lojas especializadas em gadgets e equipamentos específicos para aqueles que gostam de sentir dor durante o sexo. Tem até academias de ginástica e nightclubs voltados para esse segmento de público. Dê uma boa olhada nos classificados desses sites e veja se sua alma gêmea não está por lá, esperando por você. Caso não esteja, encaminhe você mesmo um anúncio descrevendo o perfil do parceiro que você está procurando, e boa sorte! Estou aqui torcendo por você.
  

Caro Dr. Love,
Sou uma mulher bastante atraente de 42 anos de idade e sou voyeur. Mas não do tipo voyeur clássico, que gosta de ficar escondida enquanto assiste gente fudendo. Não, eu gosto de estar diante do casal que está fudendo e, se possível, de que o homem olhe bem nos meus olhos enquanto está em ação. Tive alguns namorados que se dispuseram a fazer esse jogo com outras mulheres na minha frente. Mas eles faziam só para me agradar, não havia convicção no que estavam fazendo. Depois de algum tempo, eles cansavam e me deixavam. Foi quando desisti de tentar com homens e arrumei uma namorada que se dispôs a fuder com alguns bofes que eu contrato a peso de ouro. No começo foi legal, mas aos poucos foi perdendo a graça. É que eu não sou bissexual, não adianta. E, para piorar a situação, ela, coitada, se apaixonou por mim e está viciada nessa brincadeira porque quer me agradar a qualquer custo. Como eu saio dessa encrenca, Dr. Love? E onde eu encontro um homem que me ame e que tope fazer esse número com outras mulheres para despertar o tesão que eu tanto necessito para ser feliz? (Peeping Tonia, Alphaville SP)


Entenda uma coisa, querida Peeping Tonia:
a raça humana morreria rapidamente se as pessoas descobrirem o que as faz felizes sexualmente, e então, depois de uma ou duas experiências não muito bem sucedidas, desistissem de correr atrás de seus parceiros ideais. Vá à luta, mulher! Coloque anúncios classificados em sites especializados, que qualquer hora dessas seu parceiro ideal aparece. E enquanto isso não acontece, aproveite para desfrutar da boa vontade dessa moça tão dadivosa que está se entregando sexualmente a vários bofes só para ver você sentindo prazer. E mesmo não se sentindo bissexual, pratique o bissexualismo. Vai fazer bem para você, querida. Lembre-se da máxima de Woody Allen, que dizia: "A vantagem de ser bissexual é que isso dobra as chances de ter com quem sair num sábado à noite"




Doctor Love atende nas horas vagas
pelo nome Odorico Azeitona.
Possuí vários livros não-publicados
sobre manifestações sexuais ocorridas
ao longo da História da Humanidade
e sobre como o sexo é praticado
nos quatro cantos do nosso planeta.
Não atende em consultório algum.
Só aqui mesmo. E chega.

Tuesday, February 13, 2018

CALLING DOCTOR LOVE! #02 (com o renomado conselheiro sexual honoris causa ODORICO AZEITONA M.D.)



Caro Dr. Love,
Minha pobre avó está muito doente há mais de um ano, e é cuidada por duas enfermeiras que se revezam para atendê-la. Uma delas é uma alemã bem opulenta, com mais de um metro e oitenta de altura. A outra é uma mulata bem gostosa e sorridente. A mulata começou a dar mole para mim -- tenho 25 anos, sou surfista de fim de semana e tenho um porte relativamente atlético -- com uma conversinha mole pedindo para ver as tatuagens que tenho espalhadas pelo corpo, e eu não tive dúvidas: meti rola nela. Tenho feito isso quase diariamente, sempre no meio da madrugada, quando minha avó entra em sono profundo. A mulata tem um fogo no rabo que não é fácil, e é meio escandalosa, daí eu tenho que tapar a boca dela para não acordar meus pais e minhas irmãs no meio da noite. Minha mãe está desconfiada de alguma coisa e começou a fazer campanha para trocar a enfermeira mulata. Então, resolvi abrir o jogo com meu pai. Ele riu muito. E me confidenciou que está comendo a alemã. Resultado: fizemos um pacto, e vamos segurar a onda com a mamãe para poder seguir metendo rola nas duas enfermeiras. E, claro, vamos torcer para que a vovó permaneça entrevada, mas viva, por muito tempo, pois está uma delícia do jeito que está. Dr. Love, pensei em propor a meu pai uma suruba a quatro com as duas enfermeiras qualquer hora dessas. O que você acha da ideia? (Genaro Giufrida, São Paulo SP)
  
Caro Genaro,
Primeiro: suruba só se faz em números ímpares. Em números pares, é apenas swing. Mas, se você sentir abertura da parte de seu pai para uma brincadeira desse tipo, porque não? Só vai fortalecer os laços entre vocês dois... Rola nelas, que é tudo o que elas mais gostam nesse mundo, depois de dinheiro! Boa Fudelança e Boa Sorte!

  
Caro Dr. Love,
Tenho 75 anos, minha mulher sofre de Alzheimer e nem me reconhece mais. Sempre fui um marido fiel, nunca cogitei pular a cerca no casamento, mas confesso que nesses últimos tempos comecei a ter vontades de experimentar uma aventura extraconjugal. Algumas semanas atrás, conversando com uma ex-freira que trabalha como cuidadora da minha vizinha de baixo -- que é muito velhinha e muito doente --, confidenciei a ela o que estou passando, e ela, prontamente, me arrastou para a escadaria do prédio, sapecou um boquetaço na minha jeba e fudemos muito alí mesmo, sobre aqueles degraus. De lá para cá, temos mantido encontros sexuais em meu apartamento. Você vai dizer que é maluquice minha, mas sinto-me culpado pelo que estou fazendo. É como se, no fundo, minha mulher soubesse que a estou traindo. O que eu faço para conseguir amenizar essa culpa, Dr. Love? Minha freirinha é tão gostosa, me faz tão bem, não quero ficar sem ela não... (Marlon Mendes, São Vicente SP)

Caro Marlon,
Deixa de ser trouxa, ô palhaço. Tua mulher tá gagá, entendeu? Passa rola na freirinha e deixa de onda, senão ela troca você por algum outro velho necessitado aí mesmo no prédio onde você mora. Lembre-se: ela provavelmente está tão necessitada de uma rola no meio das pernas quanto você está necessitado de afogar o ganso. Deixa de ser mané, rapá! Boa Fudelança e Boa Sorte!


Caro Dr, Love,
Quando eu era adolescente, tinha o hábito de capturar moscas em vídeos de maionese e enfiar meu pinto dentro desses vidros, deixando que o toque das patinhas da mosca na glande provocasse um tesão avassalador. De uns tempos para cá, já cinquentão, com filhos criados e já alguns netos, decidi retomar a velha prática, e -- para minha surpresa -- a sensação ainda é a mesma. Estou pensando em propor para minha mulher incluir a brincadeira das moscas no vidro de maionese em nossas sessões de sexo. pois presumo que minhas amiguinhas com asas possam provocar uma sensação de prazer semelhante ao pousar no clitóris e nos mamilos dela. Faço isso, Dr. Love, ou guardo essa brincadeira só para mim? (Hamilton Schumacher, Belo Horizonte, MG)
  
Caro Hamilton,
Guarde para você, é melhor. Mulheres não costumam achar legal esse tipo de coisa. Isso é coisa de menino. As chances dela cortar o teu barato são enormes. Não vale o risco. Boa Fudelança e Boa Sorte!

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e sobre como o sexo é praticado
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Não atende em consultório algum.
Só aqui mesmo. E chega.

Wednesday, February 7, 2018

CALLING DOCTOR LOVE! #01 (com o renomado conselheiro sexual honoris causa ODORICO AZEITONA M.D.)



Caro Doctor Love,
Tenho 22 anos, sou heterossexual e moro numa cidade onde existe cerca de 10 mulheres para cada homem. Consequentemente, as chances de sair para a balada numa sexta à noite e voltar para casa sem comer ninguém é praticamente nula. Praticamente todas as bucetinhas dessa cidade são facilmente acessíveis por qualquer interessado. Para alguns, é o paraíso. Para outros, como eu, é o Inferno na Terra. É que eu não tenho tesão em mulheres fáceis. Brocho com mulheres fáceis. O que é que faço, Doctor Love? Mudo de cidade ou procuro um psiquiatra? (Marivaldo Mateus, Santos SP)

 Marivaldo,
Quer mesmo saber o que você faz nesse caso? Primeiro: deixa de ser babaca. Segundo: deixa de ser trouxa. E terceiro: deixa de ser otário. Se não conseguir, vai dar meia hora de cu por aí que passa. Aconteça o que acontecer, Boa Fudelança e Boa Sorte!

  

Caro Doctor Love,
Tenho 25 anos, sou heterossexual e trabalho com meu pai em seu Escritório de Advocacia. Como ele viaja muito e deixa o escritório em minhas mãos, onde fico sozinho com a Secretária dele -- uma coroa de 40 e poucos anos gostosíssima --, adivinhe o que aconteceu? Pois é, estamos tendo um caso. Ela tem um fogo no rabo que eu nunca tinha visto em nenhuma das mulheres com quem transei nesses últimos 10 anos. O problema é que ela começou a me confidenciar coisas a respeito de meu pai que me deixaram bastante preocupado. È que eu descobri que ele é homossexual e sustenta um bofinho num apartamento caríssimo na Alameda Santos. O que eu faço, Doctor Love? Tento falar com ele sobre o assunto? Ou conto tudo para minha mãe? (Ibrahim Al-Alam, São Paulo SP)

Ibrahim,
Deixa de ser trouxa, ô palhaço. Passa rola nessa secretária fogosa e vê se deixa teu pai fazer o que quiser. Ele está dando o que é dele. Ele foi competente o suficiente para meter rola em sua mãe e por você no mundo. "Missão Macha" cumprida. Agora deixa ele dar o cu em paz. Vai saber seu a tua mãe não sacou isso faz tempo e não tem algum rabicho com algum bofe por aí? Deixa rolar, Ibrahim. Boa Fudelança e Boa Sorte!

 

Caro Doctor Love,
Estou namorando com M há 4 meses e gosto muito de dar o cu para ele. Ele é craque, sabe como me comer sem me deixar arregaçada e cheia de dores nas horas seguintes à fudelança -- o que para mim é importante, pois sou designer e passo a maior parte do dia sentada numa poltrona desenhando no computador. O problema é que de uns tempos para cá ele começou a querer usar brinquedinhos sexuais nas nossas relações. Me mostrou uma estante enorme cheia de vibradores e dildos num closet em seu quarto -- algo que eu jamais imaginei que ele tivesse. Eu disse não, pois não sei em que bucetas e em que cus aqueles artefatos foram introduzidos antes de mim. Pensei em propor que ele jogasse tudo fora e comprasse tudo novo para usar em mim, mas aí me ocorreu que esses produtos provavelmente não são recicláveis, e não poderiam ser simplesmente jogados no lixo limpo do prédio onde eu moro, ou do prédio onde ele mora. É que eu defendo bandeiras de ecologia e sustentabilidade. O que eu faço, Doctor Love, RJ)


Cara Evandra,

Eu, no seu lugar, desinfetaria e perfumaria todo o arsenal dele, e deixaria em que entrassem em combate o quanto antes. Agora, se você não se sentir à vontade com esses brinquedinhos -- por eles terem frequentado outras bucetinhas e cuzinhos --,  chame um padre para benzer a coleção de artefatos com água benta e uma reza forte. Se ele não aceitar o encargo, chame um pai de santo ou uma benzedeira que a parada se resolve do mesmo jeito. Se não aceitar também, chame o dono de alguma sex-shop e proponha uma permuta por lingerie erótica ou então anuncie as pirocas como oferta no eBay. Mas para de regular mixaria e encher o saco do teu M, senão daqui a pouco ele namorado troca você por outra bucetinha e outro cuzinho menos ranhetas do que os seus. Lembre-se: buceta e cu dando sopa tem de montão por aí. Boa Fudelança e Boa Sorte!


Doctor Love atende nas horas vagas
pelo nome Odorico Azeitona.
Possuí vários livros não-publicados
sobre manifestações sexuais ocorridas
ao longo da História da Humanidade
e sobre como o sexo é praticado
nos quatro cantos do nosso planeta.
Não atende em consultório algum.
Só aqui mesmo. E chega.